20 janeiro 2014

Eu sou a minha marca


Sempre considerei algo fútil e desnecessário o pensamento de que para estar na moda você precisa sair esbanjando marcas famosas e caras pelo seu corpo. Entendo que pessoas que possuem mais condições desejam investir em roupas de ótima qualidade e de preferência peças únicas. Contudo, há muita gente que gasta todo o dinheiro do mês em uma peça só para sair por aí “se achando”.

É óbvio que existem aquelas peças curingas em um guarda-roupa, que nunca saem de moda, como o jeans, por exemplo, portanto, vale a pena investir na durabilidade. No entanto, existe sim muita coisa bacana, bem feita, de marcas desconhecidas e com preços bem acessíveis.

Vejo muita gente vestindo uma camisa supersimples, que tenho certeza foi caríssima, com o nome de tal marca conhecida estampada, com letras garrafais ou não, bem na frente, para todo mundo ver, calças que são um assassinato aos olhos, mas que tem uma etiqueta identificando um nome que diz aos outros “essa peça foi cara”.

Tenho minha própria tabela de preços, sei quanto eu pagaria ou não por uma peça. Prefiro ter uma variedade de roupas que me custaram pouco, ao invés de uma única roupa para ir a todos os eventos e que custou horrores.

Eu sou a minha marca! Não preciso de uma marca conhecida na minha roupa pra dizer qualquer coisa. Acredito no bom e barato, acredito que você pode vestir-se bem e com as modelagens da moda sem gastar muito.

A maneira como você se veste diz muito sobre você, porém não é um nome escrito na sua etiqueta que vai lhe dar prestígio se você não tem conteúdo para tal. E vamos combinar se você é do tipo de pessoa que valoriza apenas roupas de grife e desprezam as lojinhas populares, você não deve ter conteúdo mesmo!

Seja você também a sua própria marca, compre suas roupas de acordo com as suas condições, e se você não está podendo comprar uma peça daquela marca que todo mundo tem, erga a cabeça e diga: “Eu sou a minha própria marca!

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